Livro

D. Quixote de La Mancha

D. Quixote de La Mancha
Coleção: Miguel de Cervantes
  • Edição: 1ª edição
  • Formato: 18,5 x 25,5 cm
  • 1056 páginas
  • 2 x 1
  • Peso: 1
  • ISBN: 978-85-210-0113-3
  • Código de Barras: 9788521001133

Autor (a) : Miguel de Cervantes Saavedra
Tradução : Sérgio Molina

Se a Bíblia é o livro dos livros, D. Quixote é o livro dos leitores. Num ranking universal de “mais vendidos”, encabeça o dos títulos de ficção, enquanto a Bíblia lidera o dos religiosos. Sucesso incontestável de público, consegue o que poucos best-sellers conquistam: o aplauso unânime da crítica e o reconhecimento dos escritores. Uma famosa enquete mundial realizada em 2002 junto a uma centena de grandes escritores — entre eles Salman Rushdie, Nadine Gordimer, V. S. Naipaul, Wole Soyinka, Paul Auster, Orham Pamuk — apontou-o, disparado, como o melhor livro de todos os tempos e países.

A história do livro — publicado em duas partes, em 1605 e 1615 — é conhecida de todos: um fidalgo pobre e magérrimo do interior da Espanha perde o juízo de tanto ler romances de cavalaria e cai na estrada investido como cavaleiro andante, levando como escudeiro um vizinho bonachão, gorducho e analfabeto. Como se explica que essa história tão simples tenha conquistado tantos leitores em sua longa trajetória, a ponto de que se possa hoje declarar: “Cervantes não é arcaico nem nunca será. Aquele ali é contemporâneo, eterno e será sempre para todas as gerações. E o Quixote ainda hoje é romance de vanguarda. E vai ser até o fim dos tempos” (Ariano Suassuna).

Disse o argentino Jorge Luis Borges: “Acredito que os homens continuarão a pensar em D. Quixote porque acima de tudo há uma coisa que não queremos esquecer: uma coisa que nos dá vida de quando em quando, e que às vezes a tira de nós, e essa coisa é a felicidade. E, apesar dos muitos infortúnios de D. Quixote, o livro nos dá como sentimento final a felicidade. E sei que continuará a dar felicidade aos homens. Para repetir uma frase batida e famosa: ‘O belo é uma felicidade eterna’. E de certo modo D. Quixote é essencialmente una fonte de felicidade. Sempre penso que uma das coisas felizes que me aconteceram na vida é ter conhecido D. Quixote”.

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